Bom
dia, pessoal! O grupo pode somar as deficiências dos
indivíduos ou multiplicar suas habilidades: depende do líder. A curva de
performance de uma equipe (Katzenbach e Smith) está relacionada ao estágio de
desenvolvimento em que ela se encontra e ao modo como funciona. Na
“pseudoequipe”, não há preocupação com o resultado coletivo: faço a minha
parte. Há um “grupo de trabalho” quando as informações são partilhadas, mas a
responsabilidade ainda é individual. Tenho uma “equipe potencial” quando
queremos trabalhar em conjunto, mas os objetivos não estão claros. Na “equipe
real”, há confiança entre as pessoas, clareza e comprometimento. Nos “times de
alta performance”, alcanço os melhores resultados para o grupo e desenvolvo o
indivíduo. Existe proatividade, compromisso, autonomia, não há necessidade de
estímulos. Todas essas transformações são possíveis a partir do líder ser ou
não de alto padrão. Talvez a melhor pergunta seja: time, você tem um gestor?

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