sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Complexos e Compensações

Bom dia, pessoal! Ninguém, se não eu, trabalha meu complexo de inferioridade. Se preciso exibir meu potencial, sem que haja exigência legal ou formal, busco provar o que não preciso, para quem não se preocupa com a minha condição. Quando se é consciente do próprio vigor, o poderio alheio não me interessa, se não me confronta. Qualquer exibição de força é tão cara quanto desnecessária. Se a pretensão é compensação, acalme-se: existe tratamento. Há duas explicações para valorizar a concorrência e não os meus próprios recursos: conheço-os bem, ou conheço-me bem. De qualquer forma, em qualquer situação, minha capacidade produtiva deve ser apresentada para conquistar parceiros, não para afastá-los. Um “desfile” de respostas perde o sentido, se não existem perguntas. Toda manifestação contrária à minha opinião é uma oportunidade de conquistar aliados, se há maturidade. “Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece, mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas...” (Sun-Tzu).

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