Bom
dia, pessoal! Ninguém, se não eu, trabalha meu
complexo de inferioridade. Se preciso exibir meu potencial, sem que haja
exigência legal ou formal, busco provar o que não preciso, para quem não se
preocupa com a minha condição. Quando se é consciente do próprio vigor, o
poderio alheio não me interessa, se não me confronta. Qualquer exibição de força é tão cara quanto desnecessária. Se a pretensão é compensação, acalme-se: existe tratamento. Há duas explicações para valorizar a
concorrência e não os meus próprios recursos: conheço-os bem, ou conheço-me
bem. De qualquer forma, em qualquer situação, minha capacidade produtiva deve
ser apresentada para conquistar parceiros, não para afastá-los. Um “desfile” de
respostas perde o sentido, se não existem perguntas. Toda manifestação contrária
à minha opinião é uma oportunidade de conquistar aliados, se há maturidade. “Se
você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de
cem batalhas. Se você se conhece, mas não conhece o inimigo, para cada vitória
ganha sofrerá uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo,
perderá todas as batalhas...” (Sun-Tzu).

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