Divagar não é o problema, se não age devagar. De vagar em vagar, visitamos fantasias que a realidade não alcançava, e realizamos coisas que não se fantasiava nunca. Porque vagamos. Mas não seja como o barco que vagueia à deriva entre as vagas, vagamente se lembrando de onde veio e não se importando com para onde vai. Que o universo seja seu oceano, e a mente, sua nau. No vagar, navegar. Princípios são bússola, e propósitos, destino. Porquês são faróis até no dia mais claro, pois a tormenta nos alerta, e a calmaria, entorpece. Que cada tema seja um porto, e que não existam preferidos, para que se possa viajar entre eles com leveza e serenidade, sem rótulos e preconceitos, sobretudo sobre tudo.
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