Bom
dia, pessoal! Tudo ensina algo, mas não existe algo que ensine
tudo. O que procurar, o que evitar, o que fazer, o que sequer cogitar: cada
interação, por rápida que seja, traz ensinamentos ao observador atento. Um
organismo e suas células: minha personalidade e os traços do que vivi. Muitos
me ensinaram pouco, poucos me ensinaram muito; nenhum ensinou nada. Encontramos
vários mestres pelo caminho, tão falíveis quanto humanos: ninguém é perfeito.
Aceito as falhas do outro desde que conheci o espelho, mas não me acomodo com
as minhas. Raro me decepciono, porque só espero mais de mim. Pouco me
surpreendo, porque limites só conheço os meus. Aos mestres, com respeito e
admiração.

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