Bom
dia, pessoal! Não se produz riqueza sem alguma exposição
ao risco. A quantidade de ativos produzidos e a velocidade com que são
acumulados estão diretamente relacionadas aos riscos assumidos. Aceito ficar
exposto a perdas maiores se a possibilidade de ganho for superior; não me
expondo, ganho ou perco menos. Essa relação também explica o “apetite por riscos” e
é influenciada por fatores psico-mercadológicos e econômicos. Tão individual
quanto diverso, o apetite por riscos é uma digital virtual da pessoa ou
organização. A melhor forma de me saber conservador ou arrojado não vem da
minha declaração, mas de como invisto meus recursos, quaisquer que sejam. Não
se trata de proteger meu pedacinho de nada ou de buscar boa parte de tudo, mas
da responsabilidade que aceito pelas consequências de minhas decisões, pois
virão.

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